Como  vimos ontem, Paulo mostrou que o trato de Deus com Abraão provou que a salvação vem por intermédio da promessa da graça e não pela lei. Então, se os judeus desejassem ser salvos, teriam que abandonar a confiança em suas obras para obter a salvação e aceitar a promessa de Abraão, agora cumprida na vinda do Messias. As condições são as mesmas, realmente, para todos, judeus ou gentios, que pensam que suas “boas” obras são tudo o que é necessário para os reconciliar com Deus.

5. “O princípio de que o homem se pode salvar por suas próprias obras… está na base de toda religião pagã. … Onde quer que seja mantido, os homens não têm barreira contra o pecado” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 35, 36). Que significa isso? Por que a ideia de que podemos salvar a nós mesmos mediante nossas obras nos deixa tão expostos ao pecado?

6. Como Paulo explicou a relação entre a lei e a fé em Gálatas? Gl 3:21-23

Se existisse uma lei que pudesse dar vida, essa teria sido certamente a lei de Deus. Ainda assim, Paulo diz que nenhuma lei, nem mesmo a de Deus, pode dar vida, porque todos a violaram e, portanto, todos estão condenados por ela.

Mas a promessa da fé, revelada mais completamente em Cristo, livra todos os que creem de estar “sob a tutela da lei”; isto é, de ser condenados e sobrecarregados na tentativa de conseguir a salvação por meio dela. A lei se torna um fardo quando apresentada sem a fé, sem a graça – porque sem a fé, sem a graça, sem a justiça que vem pela fé, estar sob a lei significa estar sob o fardo e a condenação do pecado.

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