Estudo adicional
Devemos não só nos apoderar da verdade, mas permitir que ela se apodere de nós; e assim a verdade estará em nós, e nós, na verdade. Se for esse o caso, nossa vida e nosso caráter revelarão o fato de que a verdade está operando algo por nós; que nos está santificando e dando a aptidão moral para a companhia dos anjos celestiais no reino de glória. A verdade que defendemos provém do Céu; e quando essa religião tem abrigo no coração, começa sua obra de refinar e depurar; pois a religião de Jesus Cristo nunca torna um homem áspero nem rude; nunca o torna descuidado nem desumano; mas a verdade de origem celestial, que vem de Deus, eleva e santifica o cristão; torna-o cortês, bondoso, afetuoso e puro; tira seu coração duro, seu egoísmo e amor ao mundo, e o purifica do orgulho e da ambição pecaminosa” (Ellen G. White, Signs of the Times, v. 1, p. 66).
Perguntas para consideração
1. Até que ponto devemos ir na expressão de lealdade à família, aos empregadores e ao país? Qual é o limite nessas importantes relações?
2. Releia a citação de Ellen White, acima. Que evidência você tem em sua própria vida de que a verdade se apoderou de você? Embora seja importante nos concentrar em Cristo e não em nós mesmos, também precisamos ser honestos conosco mesmos sobre a condição de nossa fé (2Co 13:5).
3. É prático ou mesmo possível perdoar e esquecer quando somos ofendidos? Que princípios podemos aprender do estudo desta semana sobre o perdão, falta de perdão e as consequências de não perdoar?
4. O magnata do petróleo John D. Rockefeller usava práticas empresariais inescrupulosas a fim de comprar as empresas competidoras. Ele justificava suas ações dizendo aos competidores que eles precisavam vender suas empresas e permitir que ele assumisse por eles os riscos do negócio do petróleo. “Entrem na arca”, ele dizia, como se lhes estivesse fazendo alguma caridade quando, de fato, os estava absorvendo. Que lições podemos aprender sobre a facilidade de se justificar ações imorais?
Respostas sugestivas:
Pergunta 1: Foi morto por Abner, general do exército de Saul, quando o perseguia após uma batalha.
Pergunta 2: Considerou uma armadilha de Abner contra Davi. Na realidade, ele não podia aceitar a convivência com aquele que matara seu irmão.
Pergunta 3: Por motivos políticos, Joabe aceitou executar uma ordem injusta.
Pergunta 4: Absalão representava uma ameaça à sua permanência como general de Davi e, por isso, o executou.
Pergunta 5: Se Davi podia interceder para preservar o filho de uma mulher comum, também deveria preservar o bem-estar de seu próprio filho. Joabe era ardiloso.
Pergunta 6: Amasa. Perseguindo Seba, que havia liderado uma rebelião contra Davi.
Pergunta 7: Havia muita instabilidade política motivada por rivalidades tribais.
Pergunta 8: Apoiou Adonias.
